Hora da virada

04:03

2016 foi um ano muito difícil e, além das dificuldades, vem os problemas com o peso. Muita gente é capaz de dizer/pensar: pessoas morrendo de fome e ela reclamando de estar acima do peso. Acredito nessa possibilidade porque eu penso nisso constantemente, mas não estar bem consigo mesma que é, de fato, o grande problema. Pois, é enlouquecedor ficar pensando 24 horas em como você está gorda demais e o quão feia você se acha. Sim, a mídia é um dos grandes responsáveis por esse tipo de pensando, já que influencia as pessoas a buscarem o ideal de corpo estabelecido por eles. Sabe o que mais me revolta com tudo isso? Eu acho linda essas modelos gordas ou pessoas do dia a dia gordas, mas eu mesma me sinto um lixo mal com o meu biotipo. 
Quase todos na minha família por parte de mãe são magros, apenas 3 pessoas (mulheres) contando comigo que são gordas, no caso, eu e mais duas primas minhas, sendo que nenhum dos irmãos da minha mãe são gordos. Logo, elas puxaram a família paterna delas, assim como eu. Embora, eu não tenha contato com meus parentes por parte de pai, sei que a maioria é gorda. Logo, tenho predisposição a engordar e ansiedade ajuda bastante também, né.
Agora, 2017 está batendo na porta e ao abri-la quero que as coisas boas prevaleçam sobre as ruins, que, infelizmente, acontecem. Confesso que decidi iniciar minha reeducação alimentar em julho, comecei, mas parei e, somente em novembro, voltei a querer essa mudança. Sei que podia ter começado em novembro, mas sabendo quem sou, com aniversários e festas de fim de ano pela frente, não conseguiria deixar de comer o que eu quisesse. 
Bom, esse post meio louco é um desabafo do que atormenta minha mente e uma espécie de explicação do motivo de criar esse blog.
Prazer, Elisa.

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